Bom dia. A consultoria Eurasia alertou para uma "lei da selva" geopolítica global, marcada pela erosão institucional americana, domínio tecnológico chinês e fragilidade europeia. O relatório identifica riscos críticos — desde revoluções políticas e IA desregulada até guerras por recursos — que deixam o Brasil especialmente vulnerável: sem consolidação fiscal robusta, o país ficará exposto a choques externos, pressões americanas e à guerra de preços chinesa.
📩 NO UPDATE DIÁRIO DE HOJE:
📊 PicPay vai à Nasdaq.
🗺️ Os 10 maiores riscos de 2026.
📈 O único bilionário da Venezuela dobrou sua fortuna em 2025.
📲 Samsung dobra aposta em IA.
🧠 E mais sobre negócios, tech, Brasil e mundo.

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PicPay vai à Nasdaq

PicPay protocolou IPO na Nasdaq visando captar até US$ 500 milhões.
A gestora Bicycle de Marcelo Claure(ex-Softbank) já garante US$ 75 milhões.
Meta: abrir até fim de janeiro.
Será a primeira fintech brasileira na bolsa americana desde o Nubank (2021).
Dessa vez com números muito mais fortes: lucrou R$ 314 milhões em 2025 (era deficitária em 2021), tem 42 milhões de clientes ativos e processou R$ 392 bilhões em pagamentos.
Por que isso importa: Mostra que o mercado acredita em fintechs brasileiras rentáveis — não apenas em crescimento desenfreado.
Claure apostando dinheiro real é o voto de confiança que faltava.
Os 10 maiores riscos de 2026 (e o Brasil está na mira)

A consultoria Eurasia publicou seu relatório anual de riscos globais.
O diagnóstico é assustador: estamos numa "lei da selva" geopolítica, com Trump demolindo as instituições americanas, China dominando a infraestrutura eletrônica e a Europa fraca demais para se defender.
Os maiores riscos?
Revolução política nos EUA (Trump consolidando poder agressivamente),
domínio chinês das tecnologias do futuro (elétrons, IA, energia),
a "Doutrina Donroe" (Monroe ressuscitada — América para americanos),
Europa ameaçada,
guerra híbrida russa,
deflação na China exportando problemas,
IA sem regulação "comendo" usuários como fez as redes sociais,
e água virando arma em conflitos globais.
Para o Brasil: o país fica exposto. Vulnerável a choques externos, potencial pressão americana sobre decisões do STF, e impacto da guerra de preços chinesa em indústrias como aço e automóveis.
A eleição de 2026 será observada de perto por Washington.
Por que isso importa: Se metade desses riscos se concretizar, o Brasil não terá espaço para se proteger. Sem uma consolidação fiscal robusta, qualquer mudança no apetite global por risco vai machucar — e muito.
É basicamente um alerta para aumentar o colchão de segurança agora.
O único bilionário da Venezuela dobrou sua fortuna em 2025

Juan Carlos Escotet é o único bilionário venezuelano segundo a Forbes, com patrimônio de US$ 7,4 bilhões — que dobrou em um ano.
Começou como office-boy aos 17 anos e construiu o Banesco, maior banco do país.
Mas o segredo: expandiu para Espanha, Portugal, EUA e Porto Rico, onde a maioria dos seus negócios prospera.
Enquanto isso, a Venezuela enfrenta colapso econômico, hiperinflação e sanções internacionais.
Por que isso importa: Mostra como fortunas se preservam: saindo do jogo local na hora certa. Enquanto a população sofre, quem tem capital diversifica para mercados estáveis e sai ileso.
Samsung dobra aposta em IA — e o Google é quem ganha

Samsung vai dobrar sua base Galaxy AI de 400 milhões para 800 milhões de aparelhos em 2026, mantendo o Gemini do Google como motor principal. A parceria se expande para TVs, eletrodomésticos e óculos inteligentes.
Quanto mais dispositivos Samsung rodam Gemini, mais dados o Google coleta, melhores ficam seus modelos — num ciclo que o Google domina sozinho. OpenAI, Meta e Apple correm atrás.
Por que isso importa: Quem controla a plataforma controla tudo. Google está virando a plataforma de IA do planeta enquanto concorrentes ainda estão montando o quebra-cabeça.
Negócios
📈 Ibovespa no Topo: A B3 fechou 2025 com recorde histórico, impulsionada por um volume massivo de leilões e uma liquidez que surpreendeu até os mais otimistas. Leia mais
🏠 Teto de Aluguel? Os preços dos imóveis subiram 6,5% em 2025, batendo a inflação e deixando o sonho da casa própria (e do aluguel barato) um pouco mais distante. Leia mais
🍻 Latinhas Internas: Com o alumínio nas alturas, a AB InBev está investindo US$ 3 bilhões para verticalizar a produção de latas e reduzir a dependência de fornecedores externos. Leia mais
🏢 Multiplan em Movimento: A gigante dos shoppings iniciou um plano estratégico de desinvestimento liderado pelo CEO, buscando reciclar capital para novos projetos. Leia mais
📉 C&A Derrete: A varejista previu um quarto trimestre "flat" (estagnado) e o mercado não perdoou: as ações despencaram. Leia mais
💰 O Retorno de Cathie Wood: A gestora da ARK Invest, famosa por suas apostas disruptivas, está de volta aos holofotes com novos setores no radar após um período de baixa. Leia mais
Tecnologia
🚀 NVIDIA Ataca Novamente: A gigante dos chips lançou a arquitetura "Rubin", sucessora da Blackwell, prometendo um salto de performance que mantém a liderança da empresa na era da IA. Leia mais
🕶️ Pausa nos Óculos: A Meta interrompeu a expansão internacional de seus óculos inteligentes com display (Ray-Ban Meta) para focar em ajustes de software e regulamentação. Leia mais
🚕 Uber Robotaxi: Na CES 2026, a Uber revelou o design final de seu veículo 100% autônomo, reforçando que o futuro do transporte não terá motoristas humanos. Leia mais
Brasil & Mundo
🏦 Novela Banco Master: O FGC ainda não tem data para pagar os investidores de CDBs do Master, 50 dias após a liquidação. O BC agora recorre ao TCU para manter a decisão no colegiado. Leia mais (FGC) / Leia mais (BC vs TCU)
🤕 Bolsonaro na PF: Michelle Bolsonaro afirmou que o ex-presidente sofreu uma queda e bateu a cabeça em sua cela na Polícia Federal; o estado de saúde está sendo monitorado. Leia mais
🇻🇪 Efeito Maduro: Após a prisão de Nicolás Maduro, as ações de mineradoras com exposição à Venezuela dobraram de valor. Enquanto isso, documentos mostram que o país já previa o colapso econômico antes mesmo das sanções dos EUA. Leia mais (Mineradora) / Leia mais (Colapso)
🛢️ Dívida de Bilhões: Repsol e Eni tentam recuperar US$ 6 bilhões em dívidas venezuelanas, mas a postura de Donald Trump sugere que elas não terão ajuda diplomática fácil. Leia mais
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