Bom dia. Veja como pizzas e a operação de captura se conectam, a ofensiva da OpenAI pelo seu ouvido e o negócio bilionário que a Meta criou ao competir com o TikTok. Saiba mais em menos tempo. Vamos lá.
📩 NO UPDATE DIÁRIO DE HOJE:
📲 Reels virou um negócio de US$ 50 bilhões.
🍕 O "Índice da Pizza" previu o ataque à Venezuela.
👂 OpenAI aposta tudo em áudio.
🧠 E mais sobre negócios, tech, Brasil e mundo.

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Reels virou um negócio de US$ 50 bilhões

Cinco anos depois de copiar o TikTok, o Reels da Meta está batendo recordes. A ferramenta deve gerar US$ 50 bilhões em receita anual — mais que Coca-Cola e Nike juntas.
O segredo? Inteligência artificial.
O algoritmo de recomendação aumentou em 30% o tempo que usuários do Instagram gastam assistindo vídeos.
Resultado: 27 minutos por dia (o YouTube fica com 21 minutos; TikTok lidera com 44).
Próximo passo: levar Reels para a TV.
A Meta já testa um app que facilita espelhamento em Smart TVs — mais uma jogada copiada do YouTube, que é o mais assistido em televisores nos EUA.
Por que isso importa: O Reels mostra como IA de recomendação virou a moeda mais valiosa em redes sociais.
Quem conseguir colocar vídeos curtos na TV (a última tela que restava) controla bilhões em receita publicitária.
O "Índice da Pizza" previu o ataque à Venezuela

Na madrugada do bombardeio americano na Venezuela e captura de Nicolás Maduro, o Pentagon Pizza Report — uma conta que monitora pizzarias perto do Pentágono — registrou picos anormais de movimento entre 1h e 4h da manhã.
A lógica é simples: quando militares trabalham até tarde, comem mais pizza e vão menos aos bares. Papa Johns e Pizzato dispararam em vendas enquanto bares esportivos esvaziavam.
Uma hora depois, Trump anunciava a operação bem-sucedida.
Isso não é novo.
Em junho, a mesma conta "previu" ataques de Israel ao Irã. Durante a Guerra Fria, a KGB rastreava pizza em Washington. Em 1990, um franqueado da Domino's notou picos de pedidos da CIA antes da invasão do Kuwait.
Por que isso importa: É estranho e funciona. Dados públicos (Google Maps) + padrões comportamentais = inteligência de código aberto.
Mostra como informações que parecem triviais podem revelar movimentos do governo — e como a transparência dos dados deixa rastros em lugares inesperados.
OpenAI aposta tudo em áudio

A OpenAI reuniu engenheiros e pesquisadores para revolucionar seus modelos de áudio.
O plano?
Lançar um dispositivo pessoal focado em voz em cerca de um ano — mais natural, que entenda interrupções e fale enquanto você fala.
Não é só OpenAI. Meta criou microfones avançados para óculos, Google testa resumos conversacionais de buscas, Tesla integra IA de voz nos carros.
Startups também apostam em anéis, colares e wearables com IA.
A indústria inteira está apostando: áudio é o novo interface.
Por que isso importa: Quem dominar IA de áudio domina como você interage com informação, trabalho e relacionamentos. Prepare-se para um mundo onde conversar com máquinas virou tão natural quanto conversar com pessoas.
Negócios
🥃 Brasil "On the Rocks": O Brasil se tornou o segundo maior mercado global da Johnnie Walker. Parece que o brasileiro decidiu que, se os juros estão altos, pelo menos o uísque tem que ser Blue Label (ou quase isso). Leia mais
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👴 O Oráculo Falou: Após deixar o comando operacional, Warren Buffett quebrou o silêncio para tranquilizar os investidores da Berkshire Hathaway, reforçando que a cultura da empresa sobrevive a qualquer sucessão. Leia mais
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Tecnologia
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📟 A Era do "Agentic AI": O mercado de tecnologia está mudando o foco de "chatbots" para "agentes" de IA que realizam tarefas de ponta a ponta de forma autônoma. Leia mais
Brasil & Mundo
O livro que a Meta não quer que você leia

Sarah Wynn-Williams foi diretora de Políticas Públicas do Facebook.
Agora ela soltou a bomba: um livro com 400 páginas revelando os bastidores da empresa — e a Meta tentou censurá-lo.
"Careless People" (Pessoas Descuidadas) expõe arrogância, misoginia, uso abusivo de dados e duplos padrões éticos.
Zuckerberg teria visto a interferência eleitoral de 2016 não como crise, mas como oportunidade para se candidatar a presidente.
A empresa também tentou se alinhar com a China para reverter o banimento — sem sucesso.
O pior? A Meta acionou advogados alegando "difamação" e conseguiu uma liminar proibindo entrevistas. A tentativa de censura só aumentou as vendas. O livro é indicado ao prêmio Readers' Favorite Memoir 2025.
Por que isso importa: Quando grandes techs conseguem bloquear relatos sobre si mesmas, a democracia da informação falha.
Esse livro mostra o quanto governos têm dificuldade em frear big techs — e como executivos "descuidados" definem eleições, guerras e o futuro de bilhões de pessoas.
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