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Bom dia. Wall Street está deixando tech de lado, uma startup italiana virou decacórnio comprando marcas históricas da internet, o Oscar agora é literalmente o Super Bowl do cinema, e São Paulo mostra que crescimento econômico não resolve nada quando a desigualdade é brutal. Vem com a gente.
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📩 NO UPDATE DIÁRIO DE HOJE:
📊 Wall Street aposta no retorno da velha economia.
🦄 A startup que ressuscita marcas mortas da internet e faz bilhões.
🌆 São Paulo: cidade rica, mas desigual.
🍿 Oscar virou o Super Bowl do cinema.
🧠 E mais sobre negócios, tech, Brasil e mundo.

Wall Street aposta no retorno da velha economia

Após três anos dominados por tech, lucros corporativos americanos estão se espalhando para outros setores. Bancos, mineradoras e bens de consumo ganham tração.
Os sinais:
Metade do S&P 500 já superou expectativas de lucro para 2026
Ações "antigas" crescem 4% enquanto mega-caps tech crescem apenas 1%
P&G sobe 9% desde janeiro. United Airlines avança com previsões otimistas
O aviso: Goldman Sachs espera esse momentum apenas até meados de 2026. Desaceleração vem no segundo semestre.
Por que importa: O fim da dominação tech pode ser real. Investidores precisam se reposicionar.
Para o Brasil: economia global mais equilibrada beneficia emergentes e papéis de commodities — bom sinal para o Ibovespa.
Um aplicativo para substituir todos os outros

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Bending Spoons descobriu o ouro em empresas "fracassadas" — e está ficando bilionária com isso

Italiana pouco conhecida virou decacórnio (US$ 11 bi) comprando marcas históricas que perderam brilho — AOL, Vimeo, WeTransfer, Eventbrite — e as transformando em máquinas de lucro.
O método: Identifica produtos populares mas estagnados, compra barato, reestrutura agressivamente (cortes, mudança de monetização, demissões massivas) e promete nunca vender. Nem private equity, nem cemitério — "portfolio vivo".
Os números:
400+ milhões de usuários mensais, 10 mi clientes pagantes
Receita deve chegar a US$ 1,3 bi em 2025
Margem de lucro superior a 50%
O que vem: IPO na NYSE entre US$ 20-30 bi (entraria no S&P 500). JPMorgan, Goldman Sachs e Morgan Stanley já estão no páreo. Mais aquisições vêm com US$ 2,8 bi em dívida aprovada.
Por que importa: Bending Spoons provou que há bilhões em empresas "mortas" esperando otimização agressiva. Se o IPO sair, inaugura um novo tipo de player que não é private equity puro, mas "ressuscitador de marcas". A fórmula pode virar modelo.
São Paulo: cidade rica, mas desigual

São Paulo completa 472 anos como uma das cidades com maiores salários do país (R$ 4.587 na média). Mas esconde um segredo desconfortável: enfrenta desigualdades brutais.
Os números que chocam:
Um trabalhador do Itaim Bibi ganha 6.7x mais que alguém do Pari (R$ 8.275 vs R$ 1.232)
A expectativa de vida varia de 82 anos em Alto de Pinheiros para 57 em Cidade Tiradentes — é como comparar Holanda com Serra Leoa
62% dos paulistanos gastam mais de 30 minutos no trajeto casa-trabalho. Entre os que ganham um salário mínimo? 81%
Na educação, o padrão se repete: Enquanto Vila Mariana tem nota 7.3 no Ideb (ficaria em 40º no estado), o Pari fica com 4.8 — a pior de todo São Paulo.
Por que isso importa: São Paulo é a maior economia do país, mas concentra riqueza de um jeito que parece saído de dois países diferentes. Isso não é só desigualdade — é um alerta sobre como crescimento econômico pode mascarar problemas estruturais gigantescos.
Oscar virou o Super Bowl do cinema

Oscar 2025 esgotou todos os espaços publicitários antes da cerimônia. A premiação agora compete com grandes eventos esportivos pela atenção dos anunciantes.
Os números:
Anúncio de 30 segundos: US$ 1,3 mi a US$ 2,3 mi (crescimento relevante)
Pacotes multiplataforma cresceram 50% em patrocínios customizados
Oscar 2024: 19,5 mi de espectadores (mais que Globo de Ouro e Grammy)
O que mudou:
Transmissão simultânea no streaming (Hulu, Fubo)
Marcas compram integrações durante cerimônia + redes sociais + ativações personalizadas
Venda antecipada mudou dinâmica: maioria fecha meses antes, não na semana anterior
Por que importa: Em TV fragmentada, eventos ao vivo com audiência garantida são raros — e caros. Oscar agora disputa o mesmo território que Super Bowl. Para marcas, é investimento em escassez. Para o cinema, é prova de relevância cultural duradoura.
Negócios
✈️ Embraer Decolando: O CEO da fabricante brasileira projeta um salto de 30% na entrega de aeronaves nos próximos dois anos, surfando na forte demanda global. Leia mais
💜 Nubank de Casa Nova: O roxinho vai investir R$ 2,5 bilhões em escritórios nos próximos cinco anos, incluindo a locação de um novo prédio corporativo da Cyrela em Pinheiros (SP). Leia mais
⚡ Curto-Circuito: Uma comercializadora de energia entrou com pedido de Recuperação Judicial com dívidas de R$ 1 bilhão, acendendo o alerta no setor elétrico. Leia mais
🎨 Arte > Ações? Enquanto a bolsa oscila, investidores faturam milhões apostando em obras de arte como refúgio de valor e diversificação de portfólio. Leia mais
🛠️ Reforma no Escuro: Levantamento aponta que a maioria das empresas brasileiras ainda não está preparada para as mudanças operacionais da Reforma Tributária. Leia mais
Tecnologia
🤖 Grokipedia no ChatGPT: A OpenAI está utilizando dados da "Grokipedia", do rival Elon Musk, para alimentar as respostas do ChatGPT. A ironia no Vale do Silício não tem limites. Leia mais
🎥 Unicórnio em Vídeo: A Synthesia atingiu valuation de US$ 4 bilhões e permitiu que funcionários vendessem suas ações, consolidando a IA generativa de avatares como um negócio multibilionário. Leia mais
🎭 Drama Humano: Por trás dos algoritmos, o setor de IA vive um "caos humano" de disputas de ego e poder que ameaça o desenvolvimento técnico de algumas gigantes. Leia mais
Brasil & Mundo
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