Bom dia. A Manus saiu do zero para US$100M em receita anual em só 8 meses — processaram 147 trilhões de tokens e criaram 80M+ computadores virtuais desde março. Um crescimento absurdo. Pegaram a onda da IA no timing perfeito, com a promessa de não só "pensar", mas entregar resultado de verdade. Agora é ver se sustentam esse ritmo maluco.
📩 NO UPDATE DIÁRIO DE HOJE:
📈 Manus atinge US$ 100 milhões em ARR em tempo recorde.
🍿 Stranger Things encerra com recorde que impactou até o PIB dos EUA.
⚖️ STF mantém acareação no caso Banco Master.
🇧🇷 Lula coloca fim da escala 6×1 sem corte salarial na agenda e mercado liga o alerta.
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Manus atinge US$ 100 milhões em receita recorrente em tempo recorde

A startup de IA atingiu US$ 100 milhões em receita recorrente em tempo recorde — possivelmente o crescimento mais rápido da história do tech.
Os números desde março:
147 trilhões de tokens processados
80 milhões de computadores virtuais criados
Taxa de receita total: US$ 125 milhões
Por que isso importa: Empresas como Slack levaram anos para chegar aos US$ 100M em ARR. A Manus conseguiu em 8 meses. Isso mostra que a corrida dos agentes de IA está acelerando numa velocidade sem precedentes — e quem surfar essa onda primeiro pode escalar mais rápido do que qualquer geração anterior de startups.
Stranger Things encerra com recorde que impactou até o PIB dos EUA

A 5ª temporada de Stranger Things gerou US$ 1,4 bilhão de impacto no PIB americano, criou 8 mil empregos e movimentou fornecedores em vários estados.
O Volume 1 atingiu 102,6 milhões de views em 4 semanas — maior estreia de série em inglês na história da Netflix.
A trilha sonora também explodiu: "Upside Down" de Diana Ross teve +1.250% em streams da Gen Z. "I Think We're Alone Now" cresceu 880%.
Criou mais de 205 mil playlists no Spotify.
Por que isso importa: Stranger Things não é só entretenimento — moveu economia real, empregos e até ressuscitou músicas antigas. Um case de como série de TV impacta PIB.
O que vem agora: Volume 2 estreiou ontem e o episódio final será liberado no dia 31.
STF mantém acareação no caso Banco Master

O ministro Dias Toffoli rejeitou pedido da PGR e manteve para terça (30.dez) o confronto de versões entre o dono do Banco Master, ex-presidente do BRB e um diretor do Banco Central.
O caso: Investigação apura fraude de R$ 12,2 bilhões na tentativa de venda do Master ao BRB. O BC barrou o negócio após encontrar indícios de carteiras de crédito falsas para inflar ativos.
O imbróglio: A PGR argumentou que a acareação é prematura — deveria acontecer após depoimentos individuais.
Toffoli decidiu manter mesmo assim, o que pegou investigadores de surpresa.
Por que isso importa: É incomum o STF convocar acareação sem pedido formal dos órgãos de investigação. A decisão expõe o BC (que denunciou as irregularidades) a um confronto direto com investigados, causando desconforto nos bastidores.
Lula coloca fim da escala 6×1 sem corte salarial na agenda e mercado liga o alerta

Lula anunciou que o fim da escala 6×1 sem corte salarial é prioridade — e o mercado já está fazendo as contas.
A proposta:
Escala 6×1 vira 5×2 (dois dias de folga)
Jornada cai de 44h para 40h semanais
Salário mantido
Por que isso importa: Seria a maior mudança na CLT em décadas. Comércio e serviços teriam que contratar mais ou reorganizar tudo. A pergunta que o mercado está fazendo: isso aumenta custos e inflação, ou a produtividade compensa? A resposta vai moldar 2025 e a corrida de 2026.
Próximos passos: Votação prevista para 2025, mas depende de negociação pesada no Congresso.
Negócios
✈️ Respiro na Azul: Companhia propõe oferta de R$ 7,4 bilhões para converter dívidas em ações e aliviar o balanço. Leia mais
🩴 Itaú na Havaianas: Itausa aumenta fatia na Alpargatas, reforçando a aposta na recuperação da gigante de calçados. Leia mais
🏢 FIIs no Topo: Apesar da saída de pessoas físicas, fundos imobiliários batem recorde de emissões com força institucional. Leia mais
🛫 Congonhas Global: Aena inicia trâmites para permitir voos internacionais no aeroporto paulista. Leia mais
💰 Recorde de Riqueza: Bilionários do mundo somaram R$ 10,28 trilhões às suas fortunas apenas em 2025. Leia mais
🧸 Bolha Labubu: Ações da Pop Mart caem 40%, sugerindo que o hype de colecionáveis de luxo pode ter saturado. Leia mais
📺 Novela Paramount: Acionistas consideram "insuficiente" a nova proposta de fusão com a Warner Bros. Leia mais
🏭 Bônus de Fábrica: Indústrias americanas adotam bônus agressivos para reter trabalhadores de linha de frente. Leia mais
Tecnologia
⚠️ IA Insegura: OpenAI admite que navegadores com inteligência artificial podem facilitar novos tipos de ciberataques. Leia mais
☁️ Dívida Oculta: Big Techs movem US$ 120 bi de infraestrutura de IA para fora do balanço para atrair investidores. Leia mais
🤖 Waymo Travada: Robotaxis ficaram presos durante apagão em San Francisco; empresa cita excesso de cautela do sistema. Leia mais
🏋️ Biohacking: Nova tendência de fitness foca em exercícios específicos para usuários de medicamentos tipo Ozempic. Leia mais
Brasil & Mundo
🖋️ Sucessão de Bolsonaro: Ex-presidente confirma em carta a indicação de Flávio Bolsonaro como pré-candidato para 2026. Leia mais
🥇 Metais Preciosos: Ouro e prata atingem recordes históricos sob pressão geopolítica e expectativa de juros nos EUA. Leia mais
📬 Correios se Defendem: Empresa rebate CGU afirmando que erros contábeis apontados são de 2023 e já foram tratados. Leia mais
🇭🇳 Alerta em Honduras: EUA pressionam partidos locais para que aceitem resultados eleitorais e evitem instabilidade. Leia mais
O ano em que os data centers passaram dos bastidores a protagonistas

Data centers saíram do anonimato em 2025. Agora 142 grupos ativistas em 24 estados americanos protestam contra novas construções por preocupações ambientais e — principalmente — contas de luz subindo.
Os números explicam o incêndio: gastos em construção de data centers explodiram 331% desde 2021.
Google, Meta, Microsoft e Amazon prometem gastar ainda mais em 2026.
Por que importa: Quando a conta chega na casa das pessoas, elas acordam. Resultado: $64 bilhões em projetos já foram bloqueados por pressão comunitária.
Políticos avisam que isso pode ser decisivo nas eleições de 2026.
A indústria contra-ataca com campanhas publicitárias, mas perdeu a batalha de narrativa: ninguém quer que suas comunidades virem fazendas de servidores.
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