Bom dia. O TikTok domina performance. Agora quer o dinheiro grande do branding — aquele que historicamente ia para a televisão. Novos formatos, mais intrusivos, com Copa do Mundo no horizonte. A plataforma chama de "entrar na conversa". Os usuários vão chamar de outra coisa. E 30% dos pedidos de delivery ainda são feitos por telefone. O Brasil é um país de contrastes.
“Você não precisa de mais tempo — precisa de menos distração.”
📩 NO UPDATE DIÁRIO DE HOJE:
🛵 O delivery virou briga de foice no Brasil.
🤳 O TikTok quer uma fatia do orçamento da TV
🌆 O apartamento brasileiro encolheu
🤖 Bezos quer US$ 100 bilhões para reinventar a indústria com AI.
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O delivery virou briga de foice no Brasil

O Brasil é o 4º maior mercado de delivery do mundo,US$ 21 bilhões em 2025. Por anos, o iFood nadou sozinho. Esse tempo acabou.
Chegaram para complicar: a Keeta (braço da maior empresa de delivery do mundo, a chinesa Meituan), a 99Food com R$ 2 bilhões pra gastar, e a Amazon entregando mercado em 15 minutos. O iFood reagiu com 1 bilhão de pedidos em 2025 e o Turbo Food, prometendo entrega em 10 minutos.
Por que isso importa: Monopólio virou disputa e quem ganha é você. Mais concorrência significa mais cupom, preço menor e entrega mais rápida. Simples assim.
Curiosidade: 30% dos pedidos ainda são feitos por telefone. Tem muita gente ligando pra pizzaria.
O TikTok quer uma fatia do orçamento da TV

O TikTok anunciou novos formatos de anúncio para atrair verba de branding — aquela que historicamente ia pra televisão.
As novidades: logo da sua marca junto ao do TikTok na abertura do app, três anúncios seguidos do mesmo anunciante em 15 minutos, e o primeiro ad que o usuário vê no dia.
Por que isso importa: O TikTok já domina performance. Agora quer o dinheiro grande do branding, especialmente com a Copa do Mundo no horizonte. É uma briga direta com a TV aberta — só que com muito mais dado sobre quem tá assistindo.
O detalhe honesto: os formatos são mais intrusivos. O TikTok chama de "entrar na conversa". Os usuários vão chamar de outra coisa.
O apartamento do brasileiro encolheu

Mais de 40% dos lançamentos imobiliários previstos têm até 40m². Studios viraram aposta principal, não porque as pessoas querem morar menor, mas porque querem investir menor.
Quase 70% das incorporadoras já desenvolvem produtos voltados para locação.
Ticket menor, maior liquidez, giro mais rápido. O apartamento virou produto financeiro.
E o mercado expande junto: 56% das incorporadoras planejam entrar em novas cidades até 2026. Compacto é mais fácil de testar em praças novas.
Por que isso importa: É estrutural. Mais pessoas morando sozinhas, renda pressionada e uma geração que troca metragem por mobilidade. O mercado imobiliário está se adaptando e quem investe em imóvel precisa entender essa nova lógica.
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Bezos quer US$ 100 bilhões para reinventar a indústria com AI

Quando fundou a Amazon, Bezos mal conseguia levantar US$ 1 milhão. Trinta anos depois, quer captar US$ 100 bilhões — valor só alcançado antes pelo Vision Fund do SoftBank — para automatizar a indústria com AI, de semicondutores a motores de avião.
O fundo andaria junto com a Project Prometheus, startup que ele co-fundou e onde voltou como co-CEO. A empresa já captou US$ 6,2 bi a um valuation de US$ 30 bi e quer levar AI para o mundo físico — além do que chatbots entregam.
Por que isso importa: É uma aposta de que a próxima fronteira da AI não é o chatbot, é a fábrica. Se der certo, muda como produtos são fabricados globalmente. Se der errado, o SoftBank tem boas histórias pra contar.
Negócios
🏦 Efeito Dominó: O colapso do Banco Master está gerando um impacto bilionário para a Mastercard no Brasil, expondo vulnerabilidades no sistema de liquidação de cartões. Leia mais
📈 Renda + Crescimento: Uma lista exclusiva com as 10 melhores ações para ter em 2026 foi montada para quem não quer escolher entre dividendos gordos e potencial de valorização explosiva*. Leia mais
🏦 Cautela no Copom: O Banco Central adotou "cautela máxima" em sua última análise, evitando sinalizar quando (ou se) o ritmo de queda dos juros será retomado, de olho na inflação. Leia mais
⛽ Petrobras Retrô: O mercado observa com ceticismo a volta da intervenção direta do governo na Petrobras, uma "aposta arriscada" de Lula que remete a estratégias passadas. Leia mais
🩺 IA na Saúde: A insurtech Bliss levantou R$ 57 milhões para usar inteligência artificial na venda de planos de saúde, otimizando a corretagem para empresas. Leia mais
🌍 Carreira e Geografia: Um novo índice mostra que o local onde você trabalha continua sendo determinante para a sua mobilidade social ascendente, mesmo na era do home office. Leia mais
🔋 Corrida Elétrica: Empresas disputam um leilão de R$ 10 bilhões focado em baterias de armazenamento, o que promete redesenhar a estabilidade do setor elétrico brasileiro. Leia mais
🥇 Ouro em Queda: O metal precioso recuou hoje, pressionado pela valorização do dólar e pela expectativa de manutenção dos juros altos nos EUA. Leia mais
Tecnologia
🍎 iPhone em Risco: Um kit de exploração capaz de hackear milhões de iPhones foi vazado publicamente, colocando a segurança da Apple em estado de alerta máximo. Leia mais
🗺️ Ads no Mapa: A Apple está expandindo a exibição de anúncios no Apple Maps para empresas, buscando monetizar sua base de usuários de navegação. Leia mais
🎮 Switch no Freio: A Nintendo reduziu a produção do Switch 2 após as vendas perderem força, sinalizando que o ciclo de vida do novo console pode ser mais desafiador. Leia mais
💻 Nuvem Sob Fogo: A guerra entre Irã e EUA escalou para o campo cibernético, atingindo data centers no Oriente Médio; a Amazon foi a primeira grande vítima de interrupções. Leia mais
Brasil & Mundo
🏠 Minha Casa, Teto Novo: O Conselho do FGTS aprovou o aumento do teto de renda e de financiamento para o programa, buscando ampliar o acesso à moradia popular. Leia mais
🇧🇷 Brasil Digital: O país alcançou a 8ª posição no ranking da OCDE sobre digitalização de governos, destacando-se pela eficiência de serviços públicos online. Leia mais
🇬🇱 Groenlândia à Venda? A Dinamarca vai às urnas em uma eleição marcada pela pressão de Donald Trump sobre o território da Groenlândia, um tema que virou prioridade geopolítica. Leia mais
🇮🇹 Justiça Travada: A tentativa de reforma do Judiciário na Itália fracassou, mantendo o sistema legal do país entre os mais lentos e burocráticos da Europa. Leia mais
*patrocinado
Por que ainda são tão poucas?

O avanço de mulheres em cargos de liderança praticamente parou. Globalmente, elas ocupam 31% das posições de topo — e o crescimento no último ano foi de apenas 0,1 ponto percentual, o menor desde 2015. No Brasil, das 400+ empresas do Ibovespa, só três têm uma mulher no comando.
A EXAME ouviu cinco das executivas mais relevantes do país para entender o que separa quem chega de quem fica pelo caminho:
Tarciana Medeiros (Banco do Brasil) viu as ações caírem no dia da sua posse. Virou o jogo mudando os modelos de crédito — que historicamente ignoravam dados de empresas lideradas por mulheres.
Magda Chambriard (Petrobras) ouviu num canteiro de obras que "mulher dá azar". Hoje preside a maior empresa da América Latina e vinculou o bônus dos diretores a metas de diversidade.
Jeane Tsutsui (Fleury) chegou como médica e virou CEO sem ter planejado isso.
Daniela Cachich (Ambev) ouviu que nunca seria presidente. Hoje lidera a maior aposta de crescimento do grupo.
Priscyla Laham é a terceira mulher consecutiva à frente da Microsoft Brasil — numa área onde a queda de participação feminina da força de trabalho para a liderança chega a 37 pontos percentuais.
Por que isso importa: Não é papo de RH. A Bain estima que mais diversidade no topo gera até 15% a mais de margem de lucro. O problema maior nem é a cadeira do CEO — é o degrau anterior. A passagem de VP para C-suite registra 30% menos mulheres. Nos países ricos, a penalidade da maternidade responde por toda a desigualdade de gênero no topo.
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Por hoje é isso.
Até o próximo update diário! De segunda a sexta-feira, às 6:10.
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