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Bom dia. A rede social "gratuita" está virando coisa do passado. O Instagram começou a testar assinatura paga e a feature principal já gerou polêmica: ver Stories sem aparecer para ninguém. Snapchat+ já tem 25 milhões de assinantes. É só questão de tempo até a cobrança chegar por aqui. Tem também o Yuan ameaçando o dólar, astronautas voltando à Lua e LeBron investindo em pulseira.
Nós nascemos em um dia, morremos em um dia, podemos mudar em um dia, podemos nos apaixonar em um dia, podemos ter sucesso em um dia. Tudo pode acontecer em apenas um dia. Comece pelo dia um, e o seu “um dia” vai chegar.
📩 NO UPDATE DIÁRIO DE HOJE:
💸 A pulseira favorita de LeBron e Cristiano Ronaldo acaba de captar R$ 3 bilhões
🤖 Vazamento na Anthropic entrega o ouro para a concorrência
📲 Instagram quer te cobrar pra espiar Stories sem ser visto
🗓️ O fim da era do dólar tem data marcada?
🌙 Humanos voltam à órbita da Lua — pela primeira vez em 53 anos
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A pulseira favorita de LeBron e Cristiano Ronaldo acaba de captar R$ 3 bilhões

A Whoop levantou US$ 575 milhões e chegou a uma avaliação de US$ 10 bilhões. A rodada teve LeBron James e Cristiano Ronaldo entre os investidores - que já usam o produto há anos.
A pulseira monitora 24h por dia: frequência cardíaca, pressão arterial, oxigênio no sangue e outros sinais vitais. A promessa é ambiciosa: o CEO diz que quer prever infartos antes que aconteçam.
Fundada em 2012 por um estudante de Harvard, a Whoop começou focada em atletas de elite. Agora mira um público maior: qualquer pessoa obcecada com saúde e longevidade.
Por que isso importa: O mercado de wearables de saúde está deixando de ser nicho. Apple Watch, Oura Ring, Whoop… cada vez mais gente quer um médico no pulso. Com US$ 575 milhões frescos, a Whoop vai acelerar. E o Brasil, com uma classe média crescente e viciada em bem-estar, é exatamente o tipo de mercado que essas empresas estão de olho.
APRESENTADO POR CLICKUP
Seu time usa 6 ferramentas diferentes. O problema? Nenhuma delas conversa entre si.
Tasks no Trello. Doc no Notion. Chat no Slack. Planilha no Excel. Sprint no Jira. E alguém ainda manda e-mail. Enquanto isso, ninguém sabe exatamente o que está acontecendo, mas todo mundo está em reunião falando sobre isso.
O ClickUp coloca tudo — tarefas, docs, metas, chat e automações — em um único lugar. Um login. Zero desculpa.
Times que migraram economizam, em média, um dia inteiro de trabalho por semana. Isso é 20% do seu tempo de volta, sem contratar ninguém novo.
Vazamento na Anthropic entrega o ouro para a concorrência

Sabe aquele erro de "enviar o arquivo errado" por e-mail? A Anthropic, dona do Claude, fez isso em escala global. Pela segunda vez em um ano, a empresa deixou vazar o código-fonte (a "receita do bolo") do Claude Code, sua ferramenta para programadores.
O erro: Esqueceram uma porta aberta no pacote de instalação, permitindo que qualquer um baixasse as instruções internas de como o programa funciona.
Dejà vu: O mesmo deslize aconteceu em 2025. É aquele tipo de erro básico que você não espera de uma empresa que vale bilhões.
Fique tranquilo: Suas conversas com o Claude e seus dados pessoais continuam seguros. O que vazou foi o "manual de construção" da ferramenta, não os seus segredos.
Por que isso importa: A Anthropic se vende como a "certinha" da IA, focada em segurança e ética. Cometer o mesmo erro técnico infantil duas vezes é um golpe duro na reputação.
Instagram quer te cobrar pra espiar Stories sem ser visto

A Meta começou a testar o Instagram Plus, uma assinatura paga com features exclusivas e a principal já gerou polêmica: ver Stories sem aparecer pra ninguém.
Outros benefícios incluem:
criar listas de audiência ilimitadas,
estender Stories por mais 24h e
ver quantas pessoas reviram o seu conteúdo.
O teste está rolando no México, Japão e Filipinas, por cerca de $1–2 dólares por mês. Brasil não confirmado (ainda).
Por que isso importa: Rede social "gratuita" está virando coisa do passado. Snapchat+ já tem 25 milhões de assinantes. A Meta quer uma fatia disso e é só questão de tempo até a cobrança chegar por aqui.
O fim da era do dólar tem data marcada?

Kenneth Rogoff, ex-economista-chefe do FMI, soltou a previsão: o Yuan deve se tornar uma moeda de reserva internacional em apenas cinco anos.
O motivo? O endividamento explosivo e a instabilidade política nos EUA, que estão empurrando investidores para um sistema financeiro multipolar.
Por que isso importa: Se o Yuan virar reserva oficial, o poder dos EUA de ditar as regras globais diminui drasticamente. O mercado busca alternativas para reduzir a dependência do dólar, e a China finalmente decidiu que quer esse status para sua moeda.
O gigante americano ainda domina, mas o Yuan já aparece grande no retrovisor.
Negócios
🏠 Boom Imobiliário: Mesmo com o crédito caro, as entregas de imóveis dispararam 137%. O setor mostra resiliência, ignorando os juros altos para atender a uma demanda reprimida. Leia mais
🌿 Natura em Novo Ciclo: O trio fundador da Natura publicou uma carta aberta focada em inovação e memória, sinalizando uma reorganização estratégica para recuperar o brilho da gigante da beleza. Leia mais
📉 Ouro e Crédito: O ouro enfrenta sua maior queda desde 2008 devido ao contexto de guerra, enquanto gestores nos EUA ligam o alerta para riscos escondidos no mercado de crédito privado. Leia mais (Ouro) / Leia mais (Crédito)
📈 A Revanche do CEO: Após ser rejeitado por 33 investidores, o fundador da Zitro criou uma empresa de US$ 390 milhões, provando que o mercado de Venture Capital nem sempre acerta o alvo de primeira. Leia mais
Tecnologia
🕶️ Ray-Ban Tech: A Meta lançou dois novos modelos de óculos inteligentes focados em quem usa lentes de grau. O objetivo é tornar o dispositivo um item de uso diário, e não apenas um gadget de nicho. Leia mais
🎬 O Fim do Sora? Entenda os motivos que levaram a OpenAI a interromper o desenvolvimento do Sora, seu gerador de vídeos por IA que havia chocado o mundo no ano passado. Spoiler: o custo computacional e segurança pesaram. Leia mais
🚀 Defesa Startup: Pequenas empresas de tecnologia estão entrando na "guerra dos drones" para resolver uma equação financeira: produzir drones baratos para abater mísseis milionários, favorecendo o orçamento dos EUA. Leia mais
Brasil & Mundo
💼 Expansão do Funcionalismo: O governo sancionou a criação de 178 mil cargos, com um impacto fiscal projetado em R$ 5,3 bilhões para 2026. Leia mais
🏛️ Dança das Cadeiras: Lula anunciou que 18 ministros deixarão seus cargos para disputar as eleições de 2026. A reforma ministerial forçada promete agitar o cenário político nos próximos meses. Leia mais
⚖️ Messias no STF: Após quatro meses de espera, o governo envia ao Senado a indicação de Jorge Messias para a vaga no Supremo Tribunal Federal. Leia mais
📊 Cofres Municipais: Prefeituras brasileiras aumentaram sua fatia na arrecadação total, mas o bônus veio com ônus: os gastos com pessoal também cresceram proporcionalmente. Leia mais
🛢️ Efeito Petróleo: O choque nos preços do petróleo fez a inflação da Zona do Euro superar a meta do BCE. No Brasil, o Citi projeta que o óleo será o fiel da balança para manter o PIB e a balança comercial no azul. Leia mais (Euro) / Leia mais (Brasil)
Humanos voltam à órbita da Lua — pela primeira vez em 53 anos

A Nasa lança a Artemis II hoje, 1º de abril, às 13h50 (horário de Brasília). Quatro astronautas vão orbitar a Lua a bordo da cápsula Orion.
Sem pousar, mas chegando mais longe no espaço profundo do que qualquer humano já foi.
A missão dura ~10 dias e serve principalmente pra testar sistemas críticos antes de uma tentativa real de pouso, prevista para a Artemis III em 2027.
Você pode assistir ao vivo e de graça pelo YouTube da Nasa.
Por que isso importa: A última vez que humanos foram à Lua, o mundo era outro. Uma geração inteira cresceu sem ver isso acontecer. A Artemis II não é só um teste técnico; é o primeiro passo concreto rumo a uma presença humana permanente na Lua e, eventualmente, em Marte.

O custo do "talvez"
O maior dreno de energia em uma empresa não são as decisões erradas, mas as decisões não tomadas.
O "talvez" é um parasita que consome largura de banda mental e paralisa a execução.
A Regra:
Em negócios, a velocidade de decisão é muitas vezes mais importante que a precisão absoluta.
O Erro: Esperar por 100% dos dados (o mercado já mudou quando você decidiu).
O Acerto: Decidir com 70% dos dados e ajustar o curso durante a execução.
Se a decisão é reversível, tome-a rápido. Se for irreversível, tome-a devagar. O problema é que a maioria dos líderes trata e-mails de rotina como se fossem fusões bilionárias.
Mate o "talvez". Escolha um caminho e aprenda com o impacto. O movimento gera dados; a paralisia gera apenas dúvida.
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